O seguro de crédito protege cada negócio realizado pelas empresas face a situações de incumprimento de pagamentos.
É assim uma excelente ferramenta na prevenção do risco de incumprimento e para a proteção das consequências negativas que daí advêm.
Este seguro destina-se principalmente a empresas que efectuem vendas a crédito. Aqui o essencial é a cobertura do risco de insolvência de facto, a cobertura de risco doméstico e de exportação numa só apólice. É também possível fazer a cobertura dos pedidos pendentes de entrega, risco de fabrico e litígios.
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Saber maisSe já se colocou a questão se será possível pedir crédito sem fiador, a resposta é sim com algumas condições. O primeiro ponto que deverá ter em atenção é que o fiador será uma garantia para quem lhe empresta dinheiro de que se você não tiver possibilidade de pagar, há uma segurança – precisamente o fiador – que o cobrirá. Isto quer dizer que caso tenha um perfil sólido, ou seja, um emprego estável, bens em seu nome, nunca tenha tido crédito malparado, o fiador poderá não ser necessário.
Por outro lado, se o seu perfil for dito de risco, ou seja, se está desempregado, não tem bens em seu nome e já houve crédito que não conseguiu pagar a situação é outra. Neste caso a probabilidade de conseguir encontrar um crédito sem fiador é muito mais baixa.
Dependerá também da instituição que contactar conseguir crédito sem fiador, se tiver um bom perfil valerá a pena tentar, caso contrário a probabilidade de conseguir crédito sem fiador é muito baixa.
Saber maisSe chegou até aqui é bom sinal, é sinal que deseja estar informado se está a tomar uma boa decisão ao querer pedir crédito. Desde já lhe damos os nossos parabéns, este é o primeiro passo para pedir crédito, INFORMAR-SE.
O crédito não é o bicho de 7 cabeças que muita gente o quer fazer parecer, o crédito se for pedido de forma responsável poderá ser muito útil e é recomendado. Se quiser adquirir um carro, um computador, livros, etc. poderá recorrer ao crédito e não há qualquer problema, DESDE QUE, saiba literalmente em que é que se está a meter. Há economistas que dizem que em tempo de crise se deve incentivar ao consumo para que a economia retome, mas esse consumo deverá ser pensado de forma inteligente.
Utilize o crédito para investir em algo que lhe possa trazer benefícios financeiros no futuro.
Antes de pedir crédito, pergunte-se a si mesmo:
Esta é uma pergunta que terá de responder sem qualquer hesitação! Se sente que poderá não conseguir pagar as mensalidades do crédito só tem uma coisa a fazer, não o pedir!
Por vezes está a utilizar crédito para comprar o mais caro só porque é mais bonito. Contudo, pense, precisa mesmo de gastar tanto dinheiro só por um capricho? Não conseguirá atingir os mesmos objectivos com algo mais em conta?
Quando pede um crédito o objectivo é pagá-lo o mais rapidamente possível. Como deve compreender é muito complicado poupar dinheiro se tem de andar sempre a pagar juros em cima de juros, por isso, tente pagar sempre o crédito da forma mais rápida possível.
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O consumidor está obrigado a reembolsar o crédito no prazo estipulado no contrato.
O que acontece se ele não cumpre?
O credor exigirá:
Antes de pedir o crédito
Celebrar um contrato de crédito implica assumir obrigações que se prolongam por numerosos meses, ou mesmo anos. Assim, antes de tudo, convém reflectir.
Ponderar na necessidade de crédito
É necessário ponderar bem na necessidade de crédito antes de optar por este meio de financiamento. Será sempre útil, antes de mais, colocar as seguintes questões:
O utilizador do crédito pode visar satisfazer com ele necessidades pontuais, quer temporárias quer permanentes. Esta primeira classificação do crédito é, na verdade, uma distinção feita segundo o tempo pelo qual o crédito é outorgado. Este, porém, depende da utilização – ou antes, da respectiva duração – que o beneficiário pretenda dar ao crédito; quer dizer, a distinção assenta primacialmente na duração da imobilização de fundos, consequente ao crédito.
Ora, sendo o tempo, assim, apenas uma consequência, há quem note que se cairá em certa petição de princípio ao explicar a causa pelo efeito. Daí tomar-se mais curial atentar no objecto do crédito, na espécie de necessidades que se pretenda satisfazer com ele”. Será, por conseguinte, esta perspectiva funcional que privilegiaremos nesta parte da exposição.
A distinção fundamental, a este nível, é entre crédito de tesouraria e crédito ao investimento: mediante aquele o agente económico (empresa, designadamente) poderá assegurar o seu funcionamento corrente; com o outro, poderá ocorrer a necessidades mais permanentes, eventualmente de duração indeterminada, como a construção de imóveis, a aquisição de equipamentos, etc. O primeiro corresponde genericamente ao crédito de curto prazo e o segundo ao de médio e longo prazos.
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