Componentes do orçamento

Colocado por a 23.02.2009 em Informações e Dicas | 0 comments

1 – Os Rendimentos
Os rendimentos dizem respeito às entradas de dinheiro

Numa família, os rendimentos constituem a soma de que se dispõe para satisfazer as suas necessidades de consumo e de poupança. No caso de trabalhador por conta de outrem, engloba o salário e/ou outro tipo de rendimentos: abonos de família, prémios de produtividade, cheques-refeição,…
Tratando-se de empresários, os rendimentos provêm de lucros e/ou rendas. Por sua vez, os juros das aplicações financeiras constituem igualmente rendimentos das famílias que conseguem realizar algumas poupanças.
Para construir um orçamento, é preciso ter em conta estas remunerações bem como a sua natureza e regularidade.

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Sobreendividamento

Colocado por a 22.02.2009 em Informações e Dicas | 0 comments

sobreendividamentoGrande parte das famílias portuguesas recorrem ou já recorreram ao crédito. Por esse facto, não significa que se encontrem numa situação difícil, têm dívidas mas têm capacidade financeira para respeitar as sua obrigações financeiras.

Fala-se de sobreendividamento, quando o consumidor não consegue cumprir o conjunto das suas obrigações financeiras: não tem dinheiro para liquidar as prestações dos empréstimos, para pagar a renda da casa, as dívidas fiscais…

O sobreendividamento não é um problema marginal: nalguns países da União Europeia atinge já um número considerável de famílias. Tem repercussões sociais sobre todos os membros da família, seja ao nível da saúde, das relações no seio do casal ou com as crianças,…

De acordo com as pessoas que conseguiram ultrapassar o problema do sobreendividamento, essa situação é muito penosa, vivendo-se um clima de depressão, de isolamento e muitas vezes de vergonha.

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Alguns conselhos para manter o orçamento equilibrado

Colocado por a 22.02.2009 em Informações e Dicas | 0 comments

Face a uma variedade cada vez maior de produtos, o consumidor encontra-se muitas vezes confrontado com um problema de escolha, em função dos limites impostos pelo seu orçamento.

Há, portanto, necessidade de respeitar determinadas regras:

  • Saber o que se compra. Comparar a qualidade, a segurança e o preço dos produtos, recorrendo, se necessário, a inquéritos realizados pelas organizações dos consumidores.
  • Ter uma ideia precisa do que se necessita e das razões dessa neces-sidade, para evitar o efeito das técnicas de venda e da publicidade, que nos podem levar a comprar algo que de facto não necessitamos.
  • Controlar os extractos de conta.
  • Organizar de forma clara e lógica as facturas, os extractos bancários, os contratos (Empréstimos, Seguros,…).
  • Sociedade de desperdício e sociedade de consumo são por vezes sinónimos. Para contrariar esta tendência, há que:
    • evitar consumir mais do que o necessário;
    • reduzir o consumo de energia;
    • conservar o máximo possível os bens de equipamento mais caros.
  • Planear as despesas, evitando compras por impulso.
  • Escolher os locais de compra (mercado, hipermercado, mercearia) em função das necessidades (tipo de família, distância, tempo,…).
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O Crédito

Colocado por a 22.02.2009 em Crédito | 0 comments

creditoNos adultos
O crédito permite a numerosas famílias antecipar a posse de bens de consumo: automóveis, motorizadas, electrodomésticos, computadores, móveis,… aos quais não teriam acesso de outra forma. Na maioria dos casos, a aquisição de habitação apenas é possível com recurso ao crédito.

Na medida em que permite possuir bens, o crédito é um meio de concretização de desejos e sonhos. Como já vimos no primeiro capítulo, a posse de determinado bem proporciona uma sensação de bem-estar, de poder e de segurança, uma das necessidades fundamentais do ser humano.

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A Sociedade de Consumo

Colocado por a 22.02.2009 em Crédito, Crédito ao Consumo | 0 comments

sociedade-de-consumoEm termos muito gerais o sistema económico pode ser definido como um conjunto de mecanismos económicos da sociedade. Estes mecanismos determinam a forma como as forças produtivas (recursos materiais e humanos) são postos em acção (relações de produção), por quem (sector público ou privado e os trabalhadores), e com que objectivos (repartição planificada, maximização do lucro ou autarcia).

Qualquer sistema económico está intimamente ligado à realidade do país ou da região no qual se desenvolve (riquezas naturais, densidade de população, relações sociais, situação política, etc). Sendo assim, apesar de um base teórica idêntica, os sistemas económicos poderão ser na realidade bastante diferentes no espaço e no tempo.
Vivemos numa economia de mercado, isto é, num sistema económico regido pela lei da oferta e da procura de bens ou serviços. O confronto entre estas duas partes vai permitir determinar a natureza e a quantidade de bens e serviços produzidos bem como os respectivos preços.

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