Contas-jovem – aspectos positivos e negativos

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conta-jovemAspectos positivos

Uma conta à ordem permite ao jovem adquirir mais independência e corresponde muitas vezes à preocupação dos pais em ensiná-lo a gerir o seu próprio dinheiro.

Se for correctamente utilizada, a conta à ordem pode efectivamente constituir para o jovem um instrumento de aprendizagem duma sã gestão orçamental.

Aspectos negativos

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Análise das estratégias dos bancos nos Jovens

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estrategia-bancos-jovensQual o objectivo dos Bancos?

Nas “contas-jovem”, o objectivo dos bancos é antes de mais ganhar uma nova clientela, de a fidelizar desde muito cedo. Relativamente ao segmento jovem, a finalidade principal não é a captação dos depósitos actuais das mesadas mas sim os potenciais rendimentos futuros.

Cartão Multibanco para jovens
Apesar da conta-jovem não ser rentável, os bancos criaram o cartão de débito para os jovens, porque fideliza os jovens e permite reduzir as despesas de gestão da instituição financeira.

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A Conta Bancária e os Jovens

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bancoPráticas bancárias

As relações dos jovens com os bancos desenvolveram-se bastante nos últimos anos. Actualmente, é prática comum os bancos possuírem contas-jovem (depósitos à ordem), normalmente para jovens até aos 30 anos, por forma a fidelizar os clientes cada vez mais cedo.

A abertura de uma conta-jovem exige, no entanto, plena capacidade jurídica, o qu acontece quando o jovem atinge a maioridade. No caso dos jovens sem capacidade jurídica, a conta terá de ser aberta por representação dos pais ou representantes legais, mas a obtenção do cartão Multibanco e do Cartão PMB, inerente à conta, fica sujeita à autorização destes.

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A Moeda

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moedaFunção da moeda

Para adquirir um bem, é preciso pagar, ou seja trocar o bem por uma determinada quantidade de moeda. Constata-se que todos os bens e factores de produção se trocam por moeda. A moeda tem, assim, como primeira função ser um intermediário nas trocas.

É simples medir o valor de cada bem em relação à moeda, ou seja, a segunda função da moeda é servir como medida de valor.

A sua terceira função é a poupança, o entesouramento.

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Introdução ao Crédito ao Consumo

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O empréstimo a juro, conhecido simplesmente como «usura» até aos finais do século XVI, foi uma das primeiras manifestações económicas da vida em sociedade e uma força motriz essencial para o seu desenvolvimento. Pensa-se que esta prática possa datar do período de sedentarismo agrícola do Neolítico. É assim, provavelmente, anterior à indústria, à banca e à cunhagem de moeda.

O motivo pelo qual o empréstimo parece ter sido uma prática assente desde os primórdios da História é precisamente o facto de ajudar a satisfazer algumas necessidades fundamentais, tais como a sobrevivência, a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento da vida económica.

Desde muito cedo, começou a ser tão desejado como detestado, pois o mutuário, para poder usufruir dos benefícios do empréstimo, assumia a obrigação de voltar e pagar pelo favor concedido. Além disso, este sistema de empréstimo abria caminho a diversas formas de abuso: a não-devolução do empréstimo pelo mutuário, a exigência de reembolsos exorbitantes ou a imposição de penas excessivas por parte de prestamistas ou mutuantes em casos de ausência de pagamento. Consequentemente, o empréstimo despertou rapidamente a atenção dos legisladores, a censura dos moralistas e, posteriormente, a análise dos teólogos e dos filósofos.
Algumas sociedades contentavam-se em regular a prática, enquanto outras, refugiando-se sob o manto da revelação divina, proibiam os empréstimos a juros. A interdição sobreviveu através dos séculos, provocando numerosas tensões e dificuldades. No entanto, a revelação divina apenas se concretizava nos textos que reflectiam as preocupações sócio-políticas dos homens que a transmitiam. Sem dúvida que essas leis respondiam às necessidades de determinados contextos históricos. Mas, devido ao facto de estarem incluídas em tratados de índole teológica, tornaram-se sagradas e foram por isso impostas durante séculos.

Como faziam parte de dogmas teológicos, essas leis eram rígidas, apesar de se aplicarem a sociedades em desenvolvimento. Assim, foram-se afastando cada vez mais da realidade que deviam regular. Daí nasceu a necessidade, que a sociedade sentiu desde muito cedo, de as tornear, reinterpretar e, por fim, afastar.

A postura ideológica transmitida por meio destas controvérsias deixou a sua marca muito para além do desaparecimento das polémicas, e ainda continua a ter uma certa influência nas atitudes contemporâneas relativas ao empréstimo.

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